terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Amazon Shore Excursion on MV PACIFIC PRINCESS ON 12/26/2011.

MV Pacific Princess in Tapajos River

BSE Team heading up to the ship.
 Today, we had a great day with the friends from Pacific Cruise, our day started early in Santarém, I went to the pier at 07:30. I got really tired, due to the fact I spent some hours travelling on the BR 163 last night coming from Rurópoli, that is 217 km from Santarém, I met the guys from the BSE team and we had a great and traditional breakfast at the port.
The ship was scheduled to get at 09:00, but something got wrong on the way, and the ship arrived in Tapajós waters in Santarém at 11:30. The excursions started at 12:15 pm.


The excursion was organized in three kinds of tour: City Drive, Bosque Santa Lucia Arboretum and River boat Tour.

My boat was number 08, we departured from the port at 01: 00 pm, and the guys who was on board the boat, they were so much interative with the explanation about the Amazon. There were on boat  with 32 tourists, and the weather helped to see the famous meeting of the waters in front of Santarém.
Getting to the entrance of Maicá lake, the boat in our front broke down, and the passagers were shared among the other boats, and nothing could be better than helping our tourist and working for don´t missing nothing. Now we had 38 on board.

BSE team, guiding you in the Heart of Brazillian Amazon.
Our tour got to the end at 04:30, we were very excited about the tour, the we saw some pink and gray dolphins, Iguanas, and the great quantity of birs, I just want express my hapinnes to work and enjoy the life in Amazon, and share with visitors.











One of the Tradional pics: me and George Max

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Amazon Shore Excursion on MVs PRISENDAM, SEVEN SEAS NAVIGATOR, and DEUTSCHLAND.

BSE Guide Team.

I want to thank for being working at the latest couple of days, with greatest tourists from the MVs PRISENDAM, SEVEN SEAS NAVIGATOR, and DEUTSCHLAND.  The tours started at Alter-do-Chão beach, then we headed up to the pier in Santarém, and then to Maicá lake.  








In Santarém there´s someting unique that its called  'Wedding of the Waters' and is one of Santarem's major attractions. The lakes and forests of this area are home to numerous species of birds, particularly the white egret.
George Max and me at the Seven Seas Navigator
The first settlement in Santarem was a Jesuit mission built in 1661. Following the American Civil War, a group of Confederates settled here and the American traditions they passed down are still evident in many of the local customs.
 







During the rubber boom of the 1920s, Henry Ford spent $80 million building an enormous rubber plantation in the area to supply his cars with the raw material to make tires.

MV Deutschland in Alter-do-Chão

Today Santarem is one of the Amazon's most important trading centres and is rich in legend and nature. The town is situated at the point where the Tapajos and the Amazon waters meet.






A Peter Deilmann Seereisen, companhia de luxo alemã, atualizou os seus roteiros , e resolveu, cancelar o cruzeiro de volta ao mundo planejado para os meses de Novembro a Abril.

On board a tipical Amazon boat




No lugar desses, preferiu incluir uma volta a América do Sul, de 176 noites, que começou e termina na Europa incluindo a grande região Amazônica.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Por que é tão difícil sair do intermediário?


Por Vanessa Prata

Muitos alunos têm a sensação de que nunca saem no nível intermediário de Inglês, e a verdade é que muitos não saem mesmo e não atingem um nível avançado ou de fluência na língua. Por quê?
O primeiro motivo é que a maioria das escolas realmente tem mais níveis intermediários do que básicos e avançados. É comum encontrarmos algo como do pre-intermediate ao upper-intermediate, ou do Intermediário 1 ao Intermediário X, num total de três ou quatro estágios pelo menos, enquanto os básicos e avançados costumam se subdividir em dois ou três apenas. Com isso, sair de um nível básico e chegar ao avançado tende a exigir no mínimo uns três ou quatro anos de estudos contínuos, ou mais se o curso for interrompido.

Entramos no segundo motivo, então: persistência. Muitos alunos começam um curso básico e desistem poucos meses depois, outros até chegam a um nível intermediário, mas param no meio do caminho, por inúmeras razões. E quando decidem voltar a estudar é muito provável que tenham esquecido boa parte do conteúdo e que precisem recomeçar de um estágio já cursado anteriormente, seja na mesma escola ou em outra. Às vezes, só esse fato já pode desmotivá-los a continuar, ao perceber que "regrediram", e vários outros fatores podem contribuir para que eles parem novamente de estudar, criando um ciclo vicioso: quando o aluno está quase chegando num nível avançado, ele para, só retornando algum tempo depois, e novamente para o intermediário.

Chegamos então ao chamado “intermediate plateau”, justamente esse desânimo que muitos alunos sentem após dois ou três anos de estudo de um idioma, em que acreditam que não estejam aprendendo mais tão rapidamente como nos níveis básicos. Em Moving Beyond the Plateau: From Intermediate to Advanced Levels in Language Learning, Jack Richards explica:

“There are times when progress seems to be marked and noticeable, as for example with basic-level language learners... / Once the learner has arrived at an intermediate level of language learning however, progress does not always appear to be so marked, and making the transition from the intermediate to the upper-intermediate or advanced level sometimes proves frustrating for many learners. For some they may feel they have arrived at a plateau and making further progress seems elusive, despite the amount of time and effort the learner devotes to it.”
O que fazer? Não há uma receita milagrosa, claro. Mas ao professor, em linhas gerais, cabe preparar aulas dinâmicas e motivadoras, com recursos variados, como vídeos, músicas, jogos, textos originais, sites etc., sempre se lembrando de mostrar o progresso do aluno. É importante ainda ensinar frases e expressões (“chunks”) que os alunos possam realmente utilizar e encontrar na vida real, e não apenas um vocabulário passivo, tentando “dissecar” palavra por palavra de um texto complexo, por exemplo. Por outro lado, os alunos também têm seu papel, reconhecendo que o aprendizado de um idioma leva tempo e exige dedicação, e que eles não vão aprender por “osmose”, simplesmente estando presente na aula por apenas duas ou
três horinhas por semana, sem estudar por conta própria.